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Proposta de Arte da Camisa da Tese Rebele-se


A UESPE vem convidar a todos a darem suas opiniões e sugestões sobre a proposta de camisa da Tese Rebele-se. Participe!

Chapa Rebele-se Ganha eleição no histórico Ginásio Pernambucano - GP.

      Chapa Rebele-se ganha Eleição da Escola mais antiga em funcionamento da Ameria Latina: O historico Ginásio Pernambucano- GP de Jonas José de Albuquerque patrono do Grêmio.
A Chapa Rebele-se teve 419 votos, contra 10 da chapa da UJS, isso mesmo apenas 10 votos. A Chapa Rebele-se era composta por vários militantes da UJR, diretores da UESPE e Do GRÊMIO Livre Estudantil JONAS JOSÉ DE ALBUQUERQUE - GREJJA, já a Chapa perdedora era compostas por militantes da UJS e pelo presidente de uma entidade, que votou a favor do aumento das tarifas de ônibus.
 Esse é mais um recado dos estudantes em apoio a transformação da UBES de volta numa entidade de luta.

Chegou A Hora da VIRADA!    REBELE-SE NA UBES!!

Retomar a UBES para a luta dos Estudantes

    Nos dias 24 a 27 de Novembro ocorrerá o 39º Congresso da UBES (União Brasileira dos Estudantes Secundaristas), onde definirá o rumo que a entidade terá nos próximos anos e elegerá a nova diretoria.
    O Congresso da UBES deste ano acontece em um momento decisivo para a história da entidade. Após 30 anos de sua reconstrução, a entidade passa por um dos piores momentos em sua representatividade junto aos estudantes.
    Mesmo com a luta desenvolvida por várias entidades municipais e estaduais, e a postura firme de diretores de oposição que se mantém ao lado dos estudantes, a diretoria da UBES segue o caminho conciliação e acordos. Até mesmos governos declaradamente inimigos do povo recebem elogios e defesa por parte da UBES, como é o caso de Sérgio Cabral (PMDB-RJ), Micarla (PV-RJ) e até Kassab (PSD, ex-DEM-SP).

Será que esse é o caminho que queremos para nossa entidade nacional?

    No momento de crise em que vivemos, é mais que necessário que a UBES tenha uma postura de independência e luta para o movimento estudantil.
    Cortes de verba nas áreas sociais, desmatamento de nossas florestas, privatização de nossos recursos naturais e ainda a criminosa entrega de milhões para a iniciativa privada e até mesmo para eventos distantes da população, voltados para os ricos e turistas, como é a Copa do Mundo e as Olimpíadas.
 CHEGOU A HORA DA VIRADA!

    Por tudo isso é que tem crescido a cada dia a urgência da transformação da UBES em uma entidade combativa e ao lado dos estudantes.
    As mobilizações em todo o país contra o aumento das passagens em apoio a greve dos professores e contra as medidas dos governos têm ocorrido cada vez mais sem a presença da diretoria majoritária da UBES.
    No 39º Congresso da UBES é hora de colocar a juventude rebelde e combativa desse país a frente da entidade nacional dos secundaristas, pois com luta e muita ousadia vamos honrar a nossa história de defesa de uma educação pública de qualidade e um país verdadeiramente democrático, pondo fim a exploração do povo e construindo o socialismo. Participe Você Também!

O Povo se Levanta em toda parte do Mundo

     Os mesmos grandes meios de comunicação da burquesia que há vinte anos comemoram a queda do muro de Berlim e dos gorvernos revisionistas no Leste Europeu, o fim da história e da classe operária, agora, (na verdade há três anos), estampam manchetes sobre greves dos trabalhadores, passeatas estudantis, insurreições e a derrubada de governos pró-imperialistas em vários países.


    Na Grécia, ocorreram cinco greves gerais no último ano. Na França, 2,87 milhões de trabalhadores ocuparam as ruas contra a reforma da previdência e em defesa de empregos e salários. Na Espanha, com a adesão de mais de 70 % da população, os trabalhadores pararam contra a redução do salário dos funcionários públicos.
    Também organizaram greves gerais os trabalhadores da Irlanda, Portugal. Letônia, Lituânia, Polônia, Republica checa, Romênia, Servia, Chipre, Itália, África do Sul e de várias províncias da China. Novembro, em Londres - Inglaterra, milhares de estudantes tomaram as ruas em protesto contra o aumento de mensalidades e o corte de verbas para educação.
    Nos EUA, apesar do silêncio dos meio de comunicação, é cada vez maior o número de greves e mobilizações contra cortes nos programas sociais e demissões de funcionários públicos.
Levantes populares
    No final do ano passado, foi a vez dos povos africanos e arábes afirmarem que não estavam mais dispostos a viver sob o tacão de governos fascistas e corruptos e conviver com o desemprego e a pobreza em seus países.
    Primeiro se levantou o povo da Tunísia contra ditadura de Ben Ali, que durante 23 anos e sob a proteção de sucessivos governos da França e dos EUA, promoveu assassinatos e opositores, encheu as cadeia de presos políticos, praticou gigantescas fraudes eleitorais e promoveu a maior corrupção da história da Túnisia.
Inspirados pela insurreição tunisiana, milhares de trabalhadores e estudantes do Egíto promoveram gigantescos protestos contra o ditador Hosni Mubarak, importante aliado dos Estados Unidos. Mas como não há no mundo força maior que o povo em luta, o ditador egípicio após um mês de intensas mobilizações teve que abandonar o poder.
    As revoltas populares na Túnísia e no Egito vir
aram um rastilho de pólvura que se espalhou por dezenas de países.Na Líbia, a população assumiu o controle de várias cidades e impõe um cerco ao governo de Muammar Gaddafi. Vigorozas manifestações clamam por mundanças em Bahrein, Marrocos, Irã, Iraque, Jordânia, Arábia Saudita, Iêmen Sudão e Argélia.
    Todas estes levantes demonstram a disposição dos povos em defenderem uma país sem miséria e exploração.